Assisti a um trecho do Profissão Repórter de ontem. Chamou-me atenção um casal, do Rio de Janeiro, que faz shows de sexo explícito. Não o fato do que eles fazem, mas o quanto fazem.
14 vezes por noite, ou mais, e cobram de 300 a 1000 reais por performance.
Se todas as trepadas fossem de mil, seriam 14 mil reais por dia. Se todas fossem de 300, seria 4200 reais por dia. Arredondemos então para uns 6000 mil.
Cinco vezes por semana. São 30 mil. 120 mil reais por mês.
Dá até para estimar um cálculo meio escatológico. Do preço por litro.
E, falando em escatologia, eu achava que os políticos no Brasil eram bem pagos.
Não são. Eles fazem sexo explícito com a população e ganham bem menos do que isso.
O tal casal ainda disse que, às vezes, eles transam em casa depois, gratuitamente. Quer dizer, cada foda dessas não é prazer é prejuízo.
Isso me lembra aquela piada do cara do interior que foi ao médico porque tinha muita dor no pênis.
Ao ser perguntado pelo médico qual sua rotina ele disse:
- Ah doutor, eu acordo 6 horas da manhã, faço um sexozinho com a patroa, tomo café, faço mais um sexozinho e me mando pro milharal.
- Mais tarde, volto do milharal. Faço um sexozinho com a patroa. Tomo um bainho. Almoço. Faço mais um sexozinho e volto pro milharal.
- De noitinha, chego em casa e faço um sexozinho com a patroa de novo. Janto, tomo banho, faço mais um sexozinho e vou dormir. Qual meu problema doutor?
E o médico responde:
- Você faz sexo demais meu caro. E o matuto diz:
- E eu achando que era culpa das punhetinhas que eu batia lá no milharal.
Mas voltando para o sexo explícito.
Deve ser uma situação extremamente constrangedora.
O cara vai numa espécie de barzinho, com um palquinho, e o casal coiseia lá na frente de todo mundo.
E o lugar é normalmente tão pequeno que se algum dos dois soltar um traque, todo mundo sente o cheiro.
E o silêncio. Deve ser constrangedor. Todos olhando fixamente aquele casal , ali. Sem dizer uma palavra. Só escutando os sons naturais que o corpo humano produz.
Isso quando não saem os artificiais. Provocados pela trouxinha de repolho do almoço.
Um colega meu disse que já assistiu ao show. No Rio de Janeiro. Com esse mesmo casal.
Como o mundo é pequeno não é? Conheço uma pessoa que já sentiu o cheiro da "chimbica" daquela mulher.
Esse amigo me disse que foi com a esposa e um grupo de mais três ou quatro casais.
Imaginem o constrangimento. Quando se vai, por exemplo, a um barzinho com os amigos escutar uma musiquinha, normalmente se comenta algo depois.
- Gostei daquela música. E o agudo da cantora? Só não gostei do tempo que eles ficaram ali, achei muito pouco.
O que se diz depois de um sohw de sexo explícito?
- Olha, gostei daquele 69, tchê. E o agudo da mulher? Só não gostei do tamanho do pingulim, achei muito curto.
Parece que um dia desses o cara pegou uma gripe, teve que ser substituído.
Quem o substitui foi um japa do sushi em frente.
Os clientes cativos reclamaram. Queriam pagar só meia entrada.
Sem falar que para levar a mulher num lugar desses tem que se garantir. Tem que ser muito corajoso.
Ninguém está livre de ouvir da patroa:
- Eu disse que tu não sabia trepar.
Ou então, depois de perguntar:
- Meu amor. O que você achou?
Ela dizer:
- A gente transa, quando muito, duas vezes na semana, e você ganha 4 mil por mês. Eles ganham 120 mil e fazem sexo 14 vezes ao dia. O que você acha?
quarta-feira, 13 de maio de 2009
O quê que eles não inventam?
Primeira bobagem da série, como diria a minha vó, "O quê que eles não inventam?" Bobagens do mundo alternativo da Internet. Recebi a foto por e-mail com o título: Primeiro caso de gripe suína no Brasil. hehehe, dispensa quaisquer comentários.
Olha a palhaçada

Ok, sei que estou demasiado sério nas minhas postagens, então, para descontrair, venho anunciar para o respeitável público, as palhaçadas que faço aos domingos no Live Sport Pub. Eu, Pietro Nociara Dalberto e João Mauro Cruz (em breve com convidados especiais – com necessidades especiais) apresentamos um Pocket Show de Stand-up Comedy (traduzindo: uma merdinha de show de palhaçada sem muitos recursos).
O projeto intitula-se Falando Nisso. O Pub fica no bairro Tristeza, na Zona Sul de Porto Alegre, na Rua Dr. Barcelos 435. Dêem uma olhada no blog deles ali ao lado, na minha lista de blogs. O lugar é muito legal para curtir uma música, beber uma ceva, comer uns petiscos.
Neste domingo harará e começará ali por “oitimeia nove hora”. O ingresso é de 7 pila. Venham assistir a mais nova dupla de Sertanejo Universitário com Temática Gay: Já Deu e Já vai Dá. Com grandes hits como Ai Heitor (paródia de É o Amor), Fábio (paródia de Fada) entre outros grandes sucessos. Até o final da semana, volto aos assuntos sérios e postarei a entrevista que fiz com o professor Paulo Moura sobre reforma política. Beijo no baço.
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